A maternidade atípica atravessa o corpo, a mente e a vida cotidiana de formas profundas — e muitas vezes silenciosas. Neste episódio do Podcast PCD, no quadro Escuta Atípica, Marina Codo, psicanalista e mãe atípica, conversa com João Paulo Kotzent sobre temas que quase nunca ganham nome, mas que fazem parte da vida real de tantas famílias. Ao longo do episódio, falamos sobre: a solidão da mãe atípica — mesmo quando há pessoas por perto 😮 desamparo simbólico e a sensação de não ter onde cair 😮 luto na maternidade atípica, entendido pela psicanálise como a elaboração das perdas simbólicas 😮 impacto da negação desse luto na culpa, na exaustão e no excesso :a pergunta incômoda, mas necessária: para onde vai o seu combustível todos os dias? 😮 cuidado de quem cuida e a metáfora da máscara de oxigênio :e o curso recém-lançado por Marina Codo, criado como um espaço de reflexão, acolhimento e reconhecimento para mães, pais e famílias atípicas Aqui, não há fórmulas prontas ou respostas mágicas. Há escuta, lucidez e a possibilidade de “subir no drone”, ganhar distância e olhar para si com mais justiça — entendendo que cuidar de si não é egoísmo, é condição de sobrevivência. 🎧 Um episódio para quem vive a maternidade atípica 💬 Para quem precisa se sentir compreendido 🤍 Para quem sustenta muito — e quase nunca é cuidado ▶️ Assista ao episódio completo no canal do Podcast PCD 🔔 Inscreva-se, compartilhe e fortaleça essa rede de escuta atípica