Respeitar o cão-guia é respeitar a vida de quem depende dele.

Respeitar o cão-guia é respeitar a vida de quem depende dele

Não é favor. É lei. Tivemos a honra de receber no PodcastPCD Juliana Gomide e seu cão-guia Quindim. A história que Juliana compartilha não é exceção. É rotina para muitas pessoas com deficiência visual: entrar em um espaço e, antes mesmo de serem vistas como clientes, profissionais ou cidadãos, precisarem justificar a própria presença. Quando alguém pede que um cão-guia fique do lado de fora, não está falando apenas sobre um animal. Está falando — ainda que sem perceber — sobre limitar a autonomia, a segurança e o direito de ir e vir de uma pessoa. O cão-guia não é companhia. Não é apoio emocional. Não é “quebra de regra”. Ele é tecnologia assistiva viva. É quem garante deslocamento, orientação e independência. E isso não é opinião. É lei. A Lei nº 11.126/2005 assegura que a pessoa com deficiência visual tem o direito de ingressar e permanecer com seu cão-guia em qualquer estabelecimento aberto ao público, público ou privado, e em todos os meios de transporte, sem necessidade de autorização prévia. Ou seja: 📌 não é favor 📌 não é exceção 📌 não depende da boa vontade de ninguém É um direito garantido. Quando há diálogo e abertura para aprender, a inclusão acontece. Quando a informação existe e ainda assim é ignorada, já não é desconhecimento — é escolha. Dar voz a histórias como a da Juliana é parte do nosso compromisso: tornar visível o que ainda é negado, nomear o que muitos fingem não ver, e lembrar que acessibilidade não é gentileza — é cidadania.

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